DOSSIÊ DA INCLUSÃO
EDUCAÇÃO E INCLUSÃO:UM PEQUENO HISTÓRICO
A luta pelos direitos de igualdade social das pessoas com necessidades especiais é o maior marco inicial da inclusão escolar em nossa sociedade.A maioria dos direitos conquistados por um povo remeteà educação e não foi diferente nesse aspecto.Anteriormente ao Século XX, à idéia de inclusão era inexistente, a maioria das pessoas sequer tinha direito ou condições para frequentar a escola.Já no Século XX, o que vemos é a segregação social e escolar.As pessoas começam a ter um acesso maior a escola,porém as classses sociais são homogêneas.
Dificilmente os alunos pobres tinham contato com alunos de classes sociais mais altas, ou seja, a interação entre as classes mais baixas e a classe dominante era inexistente.Na segunda metade do Século XX, começam a surgir as chamadas escolas especiais e posteriormente as classes especiais dentro das escolas comuns.O surgimento dessa modalidade de ensino, o que não gera uma real inclusão,criou uma divisão pedagógica,transformando a educação em duas modalidades,indo na contramão das propostas inclusivas na qual conhecemos.
Na década de 70, as escolas comuns começam a aceitar alunos deficientes em salas comuns,contanto que esse aluno consiga adaptar-se aos métodos de ensino impostos.Essa adaptação raramente acontecia,pois era de incumbência do mesmo essa adaptação.Somente no final da década de 80, após a nova Constituição Federal de 1988, é que vemos os primeiros e verdadeiros movimentos em direção a uma educação inclusiva no Brasil,pois passa a existir somente um tipo de educação e esta é para todos, sem exclusão de classes sociais,raça e cor.
Não podemos deixar de citar que houveram eventos de suma importância,sem a qual não teríamos um progresso eminente,nem a nível teórico e nem prático sobre inclusão escolar.Tivemos a Declaração de Salamanca(Espanha,1994), que constituiu a reconvocação das várias declarações da ONU, e que foi a alavanca para o tema"educação inclusiva" no mundo e o Projeto de Resolução CNE/CEB 02/2001, onde no seu artigo 8º diz que"as escolas da rede regular de ensino devem prever e prover na organização de suas classes comuns:(VI)condições para a reflexão e elaboração teórica da educação inclusiva com protagonismo dos professores.
Fonte:Revista:Inclusão na Educação Especial - Outubro de 2008.
Mudanças na Educação
A inclusão de crianças com necessidades especiais cresce e muda as práticas pedagógicas na educação atual.O número de criançascom algum tipo de necessidade especial na rede pública de ensino no país,cresce a cada ano.Este impacto da política de inclusão na educação é observado através do aumento do numero de matriculas na rede regular de ensino.Este crescomento não é casual, mas resultado da mobilização da sociedade brasileira.A Constituição Brasileira de 1988, garante o acesso ao ensino fundamenteal regular a todas as crianças e adolescentes, sem exceção, e deixa claro que a criança com necessidade educacional especial deve receber atendimento especializado complementar de preferência dentro da escola.A inclusão ganhou reforços com a LDB, de 1996, que proibe qualquer tipo de diferenciação de exclusão ou de restrição baseadas nas necessidades especiais das crianças e adolescentes.
Segundo a Lei nº 7.853/89, artigo 8º, " o acesso das pesoas com deficiência ao ensino formal é garantido até pela legislação penal,prevê como crime condutas que frustam, sem justa causa, a matrícula de aluno com deficiência". Sendo assim, a exclusão é crime.
Inclusão de Superdotados
Quando se fala em educação inclusiva, logo se pensa na abertura de oportunidades para alunos com algum tipo de deficiência, que sofrem com a falta de condições de acesso as escola consideradas"normais".Na contramão desta linha de raciocínio, há o caso do superdotado, pouco lembrado pelos educadores.Embora essa criança não tenha dificuldade de ingresso em um estabelecimento de ensino, é ali que a exclusão se manifesta.Ela tenta acompanhar o ritmo "normal das aulas, mas, entediado, muitas vezes acaba prejudicando a turma.Resulta daí sua expulsão da escola, sob o argumento da falta de condições para ser adequadamente atendida.
Os superdotados são indivíduos cuja capacidade intelectual seja muito superior ao esperado pela idade, nem sempre tiram notas altas, não são gênios que conseguem resolver qualquer problema ou "nerds" desengonçados.
Quando os superdotados não são estimulados corretamente, os mesmos podem ser medíocres e preguiçosos.Outro problema é que eles podem sofrer discriminação dos outros alunos por saberem demais e dos professores, por saberem mais do que elesÉ preciso,oferecer o mesmo conteúdo aos superdotados, mas estimulá-los de outras formas,criando condições dentro do ambiente escolar para que o mesmo sinta-se incluido no contexto educacional.
Educação Inovadora
A educação inclusiva é uma força renovadora na escola, ela amplia a participação dos estudantes nos estabelecimentos de ensino regular.Trata-se de uma ampla reestruturação da cultura,da nossa práxis e das politicas vigentes na escola.É a reconstrução do ensino regular que, embasada neste novo paradigma educacional,respeita a diversidade de forma humanística,democrática e percebe o sujeito aprendente a partir de sua singularidade,tendo como objetivo principal,contribuir de forma que promova a aprendizagem e o desenvolvimento pessoal para que cada um se construa como um ser global.
A instituição escolar, precisa redefinir sua base de estrutura organizacional destituindo-se de burocracias,reorganizando grades curriculares,proporcionando maior ênfase à formação pedagógica coletiva,dinâmica e flexível, para atender esta nova realidade educacional.A educação inclusiva tem força transformadora, e aponta para uma era não somente educacional mas,para uma sociedade inclusiva.
O sistema educacional vigente está calcado na divisão de alunos normais e deficientes,e muitas vezes ignora o subjetivo,o afetivo,e desrespeita a diversidade inerente a espécie humana.O ensino inclusivo respeita as deficiências e diferenças,reconhece que todos somos diferentes e que as escola e os velhos paradigmas de educação precisam ser transformados para atender as necessidades indivíduais de todos os educando,tenham eles ou não algum tipo de necessidade especial.Se não nos determos nesta nova visão educacional, não conseguiremos romper com velhos paradigmas e fazer a reviravolta que a inclusão propõe.
SERVIÇOS DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO NO MUNICÍPIO
DE GRAVATAÍ
O Município de Gravataí dá suporte as escola e famílias através dos Serviços abaixo descritos:
Conselho Tutelar
Público Alvo: Criança e adolescente em situação de risco, vítima de violência, maus tratos e negligência.
CAEPSY -Centro de Atendimento e Estudos em Psicologia-
Trabalha com atendimento psicológico de compreensão psicanalítica, oferecendo serviços de psicoterapia individual, grupal, para casal e família.
CEDUGRA -Centro de Educação de Gravataí
Público Alvo: Criança e adolescente
Especialidades: psicologia e Psicopedagogia
CEACAF -Centro de Atenção a Criança, Adolescente e Família
Atende a crianças, adolescente e famílias
Especialidades: Psicologia, psiquiatria, serviço social, neurologia, psicopedagogia,hebiatria e terapia de família.
CAIS MENTAL
Público Alvo: Adulto
Especialidades: Psiquiatria, psicologia e assistência social.
CEAC- Centro de Ações Coletivas
Projetos e Programas oferecidos:
Programa DST-AIDS
Atendimento Infecto lógico
Consultas, coletas, exames
Atendimento Psicológico
Atendimento Social
CAPS - A/D - Centro de Atendimento psicossocial em Álcool e Drogas
Público Alvo: Adulto e Adolescente
Especialidades: Psiquiatria, psicologia e assistência social
Central de Especialidades
Público Alvo: Crianças, adolescentes e famílias
Especialidades; cardiologia, neurologia, ortopedia, dermatologia, urologia, pneumologia infantil e eletro cardiograma.
Centro de Saúde dos Trabalhadores
Grupo Operacional- Atendimento dentro da área operacional e auxílio as unidades básicas das especialidades de traumatologia,otorrinolaringologista e fonoaudiólogo.
DADOS REFERENTES A ESCOLA QUE TRABALHO
Escola: Escola Municipal de Ensino Fundamental Bom Jesus
Ensino Regular - 1º a 9 º ano - 799 alunos -
Educação Infantil - 21 alunos -
E J A – Educação de Jovens e Adultos - 193 alunos-
Total de Alunos: 1013 alunos
Orientação: Luciele Escouto, Janaína Lima e Márcia Simas
Supervisão: Adriana Coelho
Laboratoristas: Janaina Lima e Luciele Escouto
Trabalho na Escola Bom Jesus há 13 anos. Conheço bem nossa realidade. Procuro participar com equipe diretiva, setores pedagógicos e demais colegas professores na busca conjunta de soluções para nossos problemas, reconheço nossas lutas e valorizo também nossas pequenas e grandes conquistas.
Muitos são nossos questionamentos:
Como contribuir para que nossos alunos que muitas vezes se sentem diferentes e têm a auto-estima fragilizada por causa de suas limitações se sintam valorizados?
Como incluir e também integrar?
Muitas vezes, podemos dizer que toda a sala de aula, por um motivo ou outro, é local de inclusão.
Ser gordo ou muito magro, agressivo, tímido, negro, superdotado, pobre, rico, ter déficit de atenção ou diabetes e usar óculos muitas vezes também torna o aluno alvo de exclusão, preconceito e piadas.
Por isso nós, professores, sem exceção, precisamos exercitar a todo o momento os sentimentos de respeito e tolerância que só nascem quando se entende que o normal é ser diferente.
Enfim, nossos questionamentos, também nos unem para que sigamos em uma única direção! Somos um grupo unido e forte.
As informações e dados aqui colocados foram fornecidos pelas orientadoras e pela supervisora da escola, juntamente com o professor titular da turma.
Nossa escola possui 6 (seis ) alunos com disturbios neurológicos
3 ( três ) alunos com deficiência física
2 ( dois) alunos com problemas fonoaudiológicos graves
1 ( um ) aluno com deficiência visual parcial
2 (dois ) alunos com problemas de conduta
Segundo as orientadoras juntamente com a supervisora, (...) “as escolas da Rede Municipal de Gravataí encontram muitas dificuldades em receber laudos médicos dos especialistas referentes às especificidades dos alunos”...).
A escola juntamente com a família do aluno, procura realizar os encaminhamentos necessários as Instituições de Saúde do Município ( de acordo com cada especificidade do aluno).
Oferece aos alunos com NEE atendimento individualizado através do SOE (Serviço de Orientação Escolar) e L A (Laboratório de Aprendizagem) bem como o contato sistemático com as famílias, professores titulares e especialistas.
As orientadoras procuram entrar permanentemente em sala de aula, para acompanhar o aluno na sua própria turma, evitando formar outros pequenos grupos dentro da própria sala.
Desenvolve-se em nossa escola projetos que levem os alunos a valorizar suas potencialidades e se sentir parte de um todo.
Na EJA, -Educação de Jovens e Adultos- Na turma Totalidade 1( 1ª e 2ª série), existe a presença de uma monitora que auxilia a professora titular no atendimento aos alunos com NEE, tendo em vista que são em grande número exigem atenção especial, pois apresentam problemas na aprendizagem e na conduta.
Nossa escola desenvolve algumas importantes ações, dentre elas:
Respeito às diferenças individuais;
Flexibilização no processo do ensino-aprendizagem, para atender de modo individualizado os alunos que apresentam NEE;
Adotar currículos abertos e propostas curriculares diversificadas para atender a todos propiciando o progresso coletivo e individual de cada aluno;
Ofertar subsídios aos professores para realizarem da melhor forma sua tarefa, através de estudos, formações, reuniões com a equipe e professores;
Promove o envolvimento de toda a comunidade escolar no processo de inclusão, através de reuniões, assembléias, na busca de profissionais para contribuírem neste processo.
Sabemos que nós, enquanto escola, ainda engatinhamos no que se refere à Inclusão. Muitas vezes devido a nossa falta de informação e ao preconceito de todos os envolvidos perpassando por inúmeras dificuldades.
O aluno com Necessidade Educacional Especial muitas vezes dentro do processo de Inclusão sente-se excluído por que o tratamos como incapaz. A família por sua vez, infantilizam, superprotege ou discriminam seus filhos. Nós, enquanto professores, ao recebermos esses alunos tememos fracassar na tentativa de integrá-lo, principalmente quando não tivermos a orientação sistematizada.
Acreditamos que enquanto educadoras temos a função primordial de fortalecer a identidade de nossos alunos, é preciso olhá-los sem benevolência. Isso o desistimula e o desanima. Nossos professores abordam o tema deficiências de forma positiva, o aluno se descobre pelo acréscimo e não pelo déficit.
ESTUDO DE CASO
A aluna da qual farei o relato a seguir, frequenta a turma da qual sou docente.
Nome:Suelem
Idade:18 anos
Série: 4º ano(Ensino de 9 anos)
Turma:46 B
Nome da Mãe:Maribel
Nome do Pai:Luis Antonio
Histórico:Segundo pesquisa realiza por mim na documentação da aluna, com autorização da escola e de sua mãe,a aluna foi matriculada em dezembro de 1997, iniciando o ano letivo na Pré-Escola, em 1998.De acordo com o relato da orientadora Janaina, que acompanha o caso desde então, já na Pré-escola, a aluna apresentava problemas graves em relação a fala, sendo encaminhada neste mesmo ano para avaliação com fonodióloga.Quando a aluna,frequentou a 1ª série, a orientadora fez novos encaminhamentos para outros especialistas(neurologista,psicopedagoga,psicologa).A aluna repete várias vezes a mesma série,contudo mostra-se interessada e esforçada em aprender, mantendo seu caderno completo e caprichado,mesmo tendo a noção das suas dificuldades.É uma aluna calma, tranquila,educada com professores e colegas, não se envolve em situações de conflitos na escola.Além do acompanhamento no CEACAF( CENTRO DE ATENÇÃO A CRIANÇA,ADOLESCENTE E FAMÍLIA), a aluna é atendida pela Professora Luciele, responsável pelo Laboratório de Aprendizagem, que acompanha e estimula a aprendizagem da mesma,com material diversificado e diferenciado.Anualmente é solicitada pela fonodióloga à escola,uma avaliação da Suelem, contudo até o momento nunca houve um retorno por parte da profissional para orientar a escola, professores e setores pedagógico, de que forma poderíamos auxiliar a aluna,ou seja, realizar um trabalho juntamente com a especialista.Em conversa com a orientadora Janaina, a mesma me relata que já houve significativos avanços e melhoras , principalmente na expressão oral da Suelem, que no início, pouco se entendia do que ela falava.Como a aluna, já tem 18 anos, em conversa com a orientadora, sugeri que talvez a mesma tivesse um rendimento mais satisfatório se frequantasse as aulas do EJA, que acontecem no noturno.Contudo, a orientadora Jananina, me respondeu que esta sugestão ja foi feita a mãe, que se recusou a transferir sua filha para o turno da noite,justificando a preocupação em relação a violência que assombra nossa sociedade atual, segundo a mãe, não teria quem trouxessse e buscasse sua filha neste período.A mãe é consciente das dificuldades da filha,porém nunca desistiu dos tratamentos propostos pela escola e pelos outros especialistas, mostrando-se responsável,levando regularmente a Suelem nas consultas agendadas pelos especialistas.
A lição é vencer o preconceito
Com o título acima,procuro destacar algumas leituras realizadas em livros, revistas, editorias e jornais que visem acrescer meu trabalho.
A Lei de Diretrizes e Base,de 1996, afirma que estudantes com deficiências devem ser incluídas preferencialmente no ensino regular.O Brasil é também signátario da declaração de Salamanca de 1994, que determina a inclusão dos alunos com necessidades especiais nas escolas públicas, e da resolução da Organização das Nações Unidas que selou o compromisso de garantir o acessso à educação inclusiva até 2010.
Caminhos Para Inclusão
Escola:
Sensibilize a comunidade escolar:não adianta apenas aceitar a matrícula de alunos especiais,é importante assegurar um ambiente adequado ao aprendizado.Campanhas sobre o respeito à diferença, por exemplo podem ajudar.
Adapte sua estrutura e seus currículos:se a escola tiver um aluno surdo, por exemplo,deve garantir que a criança surda tenha acesso e aquisição da língua de sinais nos primeiros anos de sua escolarização e, após, a escola deve contar com a presença de profissionais intérpretes de línguas de sinais que possibilitem o acesso à comunicação entre surdos e ouvientes.Além disso, a escola pode oferecer o aprendizado da língua de sinais para todos os estudantes,para que possam se comunicar adequadamente com os colegas surdos.
Ofereça formação para seus professores e espaço de discussão sobre como pensar o currículo e a avaliação, estimulando um compromisso coletivo com o tema.A responsabilidade não deve ficar só com o professor especializado.
Professores
Planeje estratégias de inclusão:em aulas de educação física, por exemplo, o professor pode apostar em recursos sonoros para facilitar a interação de alunos cegos.
Diversifique seus recursos:alunos com dificuldades de aprendizagem têm mais facilidade em aprender com experiências concretas,como teatros em sala de aula ou bolinhas que auxiliem a contagem numérica.
Em caso de dúvida, não hesite em perguntar ao aluno:como posso te ajudar?Às vezes, a soluções são mais simples do que parecem.
Seja flexível em suas avaliações:jamais compare o aluno com outros colegas, e sim com ele mesmo.
Pais
Pesquisem entre as escolas com melhores programas para crianças especiais.
Se a escola se negar a aatender seu filho,denuncie.
Vinculem-se a redes de apoio entre pais,criando espaços para trocas de experiências e apoio mútuo.
Colegas
Procurem conhecer seus colegas antes de ter uma opinião sobre eles.
Em vez de rir de algum colega, ofereça ajuda a quem precisa.
Respeite a diferença:se você souber respeitar alguém que pensa suas próprias opiniões.
A aprendizagem construída com o compromisso da construção do conhecimento,socialização,respeito as diferenças, visa o desenvolvimento do ser humano e do conhecimento para atender de forma mais qualificada a educação que todos buscamos.
Fonte: Jornal Zero Hora - Junho/2009
O QUE É A DEFICIÊNCIA INTELECTUAL?
É a limitação em pelo menos duas das seguintes habilidades:comunicação,autocuidado,vida no lar,adaptação social,saúde e segurança,uso de recursos da comunidade,determinação,funções acadêmicas,lazer e trabalho.O termo substitui "deficiência mental", em 2004 por recomendação da ONU,para evitar confusões com "doença mental", que é um estado patológico de pessoas que têm o intelecto igual da média, mas que,por algum problema, acabam temporariamente sem usa-ló em sua capacidade plena.As causas variam e são complexas,englobando fatores genéticos, como a Síndrome de Down, e ambientais,como os decorrentes da infecções e uso de drogas na gravidez,dificuldades no parto, prematuridade,meningite e traumas cranianos.Os Transtornos Globais de Desenvolvimento(TGDs),como o autismo, também costumam causar limitações.De acordo com a Organização Mundial de Saúde,cerca de 5% da população mundial tem alguma deficiência intelectual.
Fonte: Revista Nova Escola - junho e julho de 2009.
A superação de um jovem
Contrariar prognósticos é uma especialidade deste jovem com paralisia cerebral,que receberá o diploma de jornalista,no mês de julho.Quando nasceu,os médicos alertaram que provavelmente ele nunca falaria devido a uma paralisia cerebral.Mas o jovem,não só falou,como já é dono de um programa de rádio por onde já passaram personalidades e futuros colegas de profissão.Além de realizar inumeras tarefas, ele ainda ajuda a editar os trabalhos dos colegas,tarefa essa realizada como estágio remunerado.O jovem é cadeirante, tem dificuldade visual, mas é dono de uma memória fantástica.A inversão de conceitos é apenas uma das amostras da inserção deste jovem na sociedade.A grande lição deixada por ele é vencer os preconceitos.
Fonte:Jornal Zero Hora - 10 de junho de 2009.
DEFICIÊNCIA FÍSICA
Na escola em que trabalho,buscamos organizar e reconstruir o Projeto Político Pedagógico no atendimento às necessidades educacionais do aluno.A equipe diretiva,professores, enfim toda a comunidade escolar,buscou eliminar as barreiras nos prédios que impediam a particpação de todos os educandos que pudessem ter algum tipo de necessidade especial.Como educadores,acolhemos as pessoas, os alunos e não o "deficiênte",devemos oferecer uma educação de qualidade a todos os educandos, sendo assim na reconstrução do PPP,observou-se a necessidade de salas mais amplas, que garantem a acessibilidade à todos, independente da condição física, idade, série. disciplina.
Em nossa escola há rampas de acesso para os cadeirantes, mesas e cadeiras adaptáveis, porém nossa luta maior é a construção de banheiros para alunos com deficiência física.
Não temos nenhum aluno cadeirante ou outra deficiência física. Em nossa escola temos uma aluna,que é anã, e seu deslocamento por todas as dependências é acessível e simples. Até o ano passado, usava classe e cadeira adaptados ao seu tamanho, porém este ano a aluna optou por utilizar classe e cadeira iguais aos dos colegas, um pedido que foi prontamente aceito,respeitando assim seu direito a igualdade.
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1. DEFINIÇÃO
A deficiência física refere-se ao comprometimento do aparelho locomotor que compreende o sistema ósteo-articular, o sistema muscular e o sistema nervoso. As doenças ou lesões que afetam quaisquer desses sistemas, isoladamente ou em conjunto, podem produzir quadros de limitações físicas de grau e gravidade variáveis, segundo o(s) segmento(s) corporais afetados e o tipo de lesão ocorrida.
2. TIPOS
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Lesão cerebral (paralisia cerebral, hemiplegias)
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Lesão medular (tetraplegias, paraplegias)
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Miopatias (distrofias musculares)
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Patologias degenerativas do sistema nervoso central (esclerose múltipla, esclerose lateral amiotrófica)
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Lesões nervosas periféricas
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Amputações
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Seqüelas de politraumatismos
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Malformações congênitas
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Distúrbios posturais da coluna
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Seqüelas de patologias da coluna
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Distúrbios dolorosos da coluna vertebral e das articulações dos membros
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Artropatias
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Reumatismos inflamatórios da coluna e das articulações
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Lesões por esforços repetitivos (L.E.R.)
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Seqüelas de queimaduras
3. CAUSAS
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Paralisia Cerebral: por prematuridade; anóxia perinatal; desnutrição; materna; rubéola; toxoplasmose; trauma de parto; subnutrição; outras.
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Hemiplegias: por acidente vascular cerebral; aneurisma cerebral; tumor cerebral e outras.
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Lesão medular: por ferimento por arma de fogo; ferimento por arma branca; acidentes de trânsito; mergulho em águas rasas. Traumatismos diretos; quedas; processos infecciosos; processos degenerativos e outros.
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Amputações: causas vasculares; traumas; malformações congênitas; causas metabólicas e outras.
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Mal formações congênitas: por exposição à radiação; uso de drogas; causas desconhecidas.
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Artropatias: por processos inflamatórios; processos degenerativos; alterações biomecânicas; hemofilia; distúrbios metabólicos e outros.
4. FATORES DE RISCO
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Violência urbana |
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Uso de drogas |
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Acidentes desportivos |
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Sedentarismo |
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Acidentes do trabalho |
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Epidemias/endemias |
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Tabagismo |
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Agentes tóxicos |
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Maus hábitos alimentares |
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Falta de saneamento básico |
5. PARA FAZER A IDENTIFICAÇÃO
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Observação quanto ao atraso no desenvolvimento neuropsicomotor do bebê (não firmar a cabeça, não sentar, não falar, no tempo esperado).
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Atenção para perda ou alterações dos movimentos, da força muscular ou da sensibilidade para membros superiores ou membros inferiores.
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Identificação de erros inatos do metabolismo.
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Identificação de doenças infecto-contagiosas e crônico-degenerativas.
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Controle de gestação de alto-risco.
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A Identificação precoce pela família seguida de exame clínico especializado favorecem a prevenção primária e secundária e o agravamento do quadro de incapacidade
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Fonte:www.entreamigos.com.br/texto
AUTISMO
O AUTISMO é uma alteração cerebral que afeta a capacidade da pessoa em se comunicar,estabelecer relacionamentos e responder apropriadamente ao ambiente.Algumas crianças apesar de autistas apresentam inteligência e fala intactas,outras apresentam retardo mental,mutismo ou importantes retardos no desenvolvimento da linguagem.Alguns parecem fechados e/ou distantes em relação aos outros, presos a comportamentos restritos e rigidos padrões de comportamento.
As características mais comuns são:não estabelece contato com os olhos;parece surdo;pode começar a desenvolver a linguagem,mas repentinamente interrompe-a sem retorno;age como se não tomasse conhecimento do que acontece com os outros;ataca e alguma vezes fere outras pessoas mesmo que não existam motivos para isso;é inacessível perante as tentativas de comunicação das outras pessoas;não explora ambientes e novidades, restringe-se e fixa-se em poucas coisas;apresenta certos gestos imotivados como balançar as mãos ou balançar-se;mostra-se insensível aos ferimentos podendo inclusive ferir-se ou ferir intencionalmente;outros.
Em crianças autistas toda a manifestação de afeto é ignorada,os abraços são simplismente permitidos, mas não correspondidos,não há manifestações de desagrado quando os pais saem ou alegria quando os mesmos retornam.Todos essses e outros comportamentos especificos do autista dificultam a interação social,comportamentos agressivos são comuns especialmente quando estão em ambientes estranhos ou quando se sentem frustrados.Em relação ao diagnóstico, os pais são os primeiros a notar algo diferente nas crianças autistas,contudo podem se passar anos antes que a família perceba que há algo errado,atrasando assim o início de uma educação especial,pois quanto antes se inicia o tratamento,melhor é o resultado.Não há testes laboratoriais ou de imagem para o diagnóstico do autismo,o mesmo deve ser feito através de entrevistas e histórico do paciente.Em relação ao tratamento,não há medicações que tratem propriamente o autismo,mas muitas vezes usam-se medicamentos para combater efeitos específicos como agressividade ou os comportamentos repetitivos.Entretanto, o que tem se buscado para uma melhor qualidade de vida do autista são técnicas comportamentais orientada por psicologos,neurologistas e psquiatras para a família assim como também para os educadores
Quando os pais descobrem que seu filho é uma criança autista,muitas vezes cultivam durante algum tempo a esperança de que ele irá recuperar-se sozinho e completamente.Algumas famílias negam o problema.Atualmente existem mais recursos para tornar as crianças autistas o mais independente possível.A intervenção precoce,a educação especial,o suporte familiar e em alguns casos o uso de medicações,irão ajudar cada vez mais no aprimoramento da educação das crianças autistas.Enquanto não há perspectiva de cura podemos desde já melhorar o que temos, o desenvolvimento da qualidade de vida de nossas crianças autistas.
Ao longo da minha carreira docente nunca percebi ter um um aluno autista,na maioria das vezes quando não consigo resolver alguma situação em sala de aula, percebendo um comportamento diferenciado do aluno,conduzo o mesmo ao setor de Orientação Pedagógica,para que a profissional, busque informações relativas ao seu comportamento junto a família.Falta a nós educadores maiores informações e formações a respeito das características de algumas patologias apresentadas por nossos alunos.Foi muito significativa as leituras pesquisadas, para a realização da tarefa solicitada, pois pude obter algumas informações referente ao autismo, que me farão prestar mais atenção nos alunos que vierem a mim no futuro.
Fonte: Revista Nova Escola - Setembro de 2008
Site: www.psicosite.com.br/autismo
Considerações Finais
Percebe-se que há progressos nas áreas da diversidade e equidade em relação a Educação Inclusiva.Estão sendo promovidas significativas melhoras nas oportunidades educacionais e também uma maior disponibilidade de informações necessárias aos educadores comprometidos com a Educação Inclusiva,que re-unem-se para unir forças,organizar,discutir e melhorar a qualidade da educação às crianças com necessidades e características especiais e diversas.
Devemos como educadores nos darmos conta que a Educação Inclusiva, é muito mais ampla do que apenas aceitar alunos com diferentes dificuldades em escolas públicas ou particulares.A tarefa de fazer cumprir a lei e de promover a efetiva integração das escolas na política de inclusão social e de pessoas com necessidades especiais, são de responsabilidade dos vários segmentos da sociedade, principalmente das políticas públicas, nas esferas Municipais, Estaduais e Federais, no que diz respeito a realização de projetos,cursos, formações de profissionais especializados e qualificados,equipes multidisciplinares(médicos,fisioterapeutas,fonodiólogos,neurologistas,outros) garantindo infra-estrutura adequada ao educando,assim como também em muitos casos há necessidades de se contar com outro profissional(professor)auxiliar.
Contudo o momento atual da Educação Inclusiva,deve promover a conscientização dos profissionais da educação que venham a dedicar-se nesta área específica,de que os mesmo necessitam de uma formação diferenciada, que busque a lhes acrescentar uma melhor capacidade de trabalho,para que o mesmo realize em sua prática aos educandos portadores de necessidades especiais uma melhor qualidade de vida.Sabe-se que a inclusão é considerada um paradigma possível mediante a convivência e a cooperação mútua,respeitando as diversidades dos seres humanos como elemento importante para que a sociedade,muitas vezes resistente as diferenças,combata a intolerância,aceitando a Educação Inclusiva,onde todos possam exercer o direito a cidadania na sua plenitude.
Se a inclusão é garantida por lei, a Interdisciplina Educação de Pessoas com Necessidades Especiais, nos despertou para as várias maneiras de preconceitos,não somente nas escolas como instituição de ensino,mas sim em toda a sociedade.A mesma também nos proporcionou uma série de reflexões sobre nossos preconceitos,muitas vezes velado,discriminações,angústias e inquietações na realização de nossa prática em sala de aula, quando nos deparamos com um aluno com necessidades especiais.
A interdisciplina nos proporcionou momentos de leituras,busca de materiais diversificados em outras fontes(jornais,revistas,artigos,televisão,outros),sobre temas solicitados para a realização das tarefas,enriqueceu-nos também nas trocas de experiências nos fóruns e aulas presenciais.
A proposta da Contrução do Dossiê ,manteve a interdisciplina coesa e organizada, tornando-se assim um material objetivo e esclarecedor para futuras fontes de pesquisas durante o curso, enquanto educandas do PEAD.Ainda temos muito no que avançar na construção da aprendizagem em relação a Educação Inclusiva.
Em relação a aprendizagem de crianças com necessidades especiais,vale o que os alunos são capazes de aprender hoje e o que podemos oferecer-lhes de melhor para que se desenvolvam em um ambiente verdadeiramente estimulador de suas potencialidades,sempre respeitando suas diversidades.
Como educanda do PEAD, a interdisciplina foi inovadora e esclarecedora em muitos conceitos para mim deturpados pela falta de informações corretas, iniciando assim uma mudança de comportamento como educadora,como aluna e como pessoa integrante de uma sociedade em transfromação.
"As diferenças representam grandes oportunidades de aprendizado.As diferenças oferecem um recurso grátis,abundante e renovável...o que é importante nas pessoas - e - nas escolas - é o que é diferente,não o que é igual."Robert Barth
Comments (9)
Daniela said
at 11:21 am on May 10, 2009
Bom dia Sandra,
Li com atenção o material que você produziu. Acho que é preciso voltar as leituras da interdisciplina, rever as atividades solicitadas e visitar os dossiês de seus colegas para dar continuidade a seu dossiê. Sinto que você tem um bom potencial de trabalho, apenas não esta conseguindo canalizar para seu texto. Algumas questões a partir da leitura: o aumento de matrículas de alunos com necesidades eucacionais especiais ocorre só na rede pública de ensino? Qual a fonte de suas informações? Você escreve sobre a relação da escola com os alunos superdotados que não são, em sua opinião, foco de atenção da escola e da legislação. Vale lembrar que a Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva traz as seguintes considerações sobre os sujeitos: "Na perspectiva da educação inclusiva, a educação especial passa a constituir a proposta pedagógica da escola, definindo como seu público-alvo os alunos com deficiência, transtornos globais de desenvolvimento e altas habilidades/superdotação. [...] Consideram-se alunos com deficiência àqueles que têm impedimentos de longo prazo, de natureza física, mental, intelectual ou sensorial, que em interação com diversas barreiras podem ter restringida sua participação plena e efetiva na escola e na sociedade. Os alunos com transtornos globais do esenvolvimento são aqueles que apresentam alterações qualitativas das interações sociais recíprocas e na comunicação, um repertório de interesses e atividades restrito, estereotipado e repetitivo. Incluem-se nesse grupo alunos com autismo, síndromes do espectro do autismo e psicose infantil. Alunos com altas habilidades/superdotação demonstram potencial elevado em qualquer uma das seguintes áreas, isoladas ou combinadas: intelectual, acadêmica, liderança, psicomotricidade e artes. (continua)
Daniela said
at 11:22 am on May 10, 2009
(Continuando)
Também apresentam elevada criatividade, grande envolvimento na aprendizagem e realização de tarefas em áreas de seu interesse. Dentre os transtornos funcionais específicos estão: dislexia, disortografia, disgrafia, discalculia, transtorno de atenção e hiperatividade, entre outros" (Brasil, 2008:14).Neste caso, fica evidente a preocupação com os sujeitos com altas-habilidades e superdotação. É importante evitar generalismos, tratando sua escola como representante de todas as escolas. A idéia de sujeitos com altas-habilidades/superdotação serem gênios esta sendo questionada a todo momento, talvez você possa aprofundar mais esta questão. Por fim gostaria que você escrevesse mais sobre as palavras que usa para referir a educação inclusiva: renovadora ou inovadora? Por que?
Abçs,
Daniela
* Observe a concordância verbal e nominal nas orações.
Daniela said
at 10:35 am on Jun 7, 2009
Bom dia Sandra,
Lembro que é preciso indicar a fonte de todo e qualquer texto utilizado que não seja de nossa autoria como a parte dobre escola inovadora cuja fonte é: www.jornaldedebates.com.br/debate/que-tipo-professor-escola-publica-precisa/artigo/inclusao-escolar.
Abçs,
Daniela
Daniela said
at 10:50 am on Jun 7, 2009
Cara Sandra,
Em relação aos serviços também é importante informar a fonte das informações. Em relação as informações sobre sua escola você faz isso muito bem. Lembro que você inicia seu dossiê falando sobre alunos com superdotação e poucos foram seus colegas que optaram por discutir esses sujeitos. Foi uma ótima opção e acho que você pode contribuir com a turma. Ao apresentar sua escola podemos perceber que há uma preocupação em valorizar as potencialidades dos sujeitos e não uma ênfase no déficit. Quando nos introduz ao ambiente e a históris de Suelem o faz de forma coerente e objetiva. Acho que você poderia explicar o que é CEACAF. Poderia ainda desenvolver a idéia de que com 18 anos você acredita que a aluna possa ter maior desenvolvimento no EJA. Talvez você possa pesquisar o que diz a legislação sobre isso e embasar, teóricamente, suas colocações. Sandra, vou insistir para que utilizes as fontes de todo e qualquer texto que não seja de sua autoria para que seus leitores possam aprofundar a pesquisa se acharem interessante. Sugiro uma revisão de todos os comentários que fiz anteriormente e a adequação de seu dossiê as sugestões. Lembro que já estamos na parte final de nossa interdisciplina.
Abçs,
Daniela
Daniela said
at 5:44 pm on Jun 20, 2009
Boa tarde Sandra,
Vejo que algumas questões já foram assimiladas por você em seu dossiê, no entanto algumas ainda estão pendentes. Sugiro um retorno as postagens anteriores e uma indicação por e-mail tão logo você tenha feito as incorporações necessárias. Assim, com brevidade, estarei visitando novamente seu dossiê. Na próxima semana estaremos encaminhando o dossiê para suas conclusões, por isso é importante que tenhamos encerrado as solicitações das unidades de 1 a 6. É muito importante a contribuição que você faz ao escrever sobre "Deficiência Intelectual". Você esta fazendo um bom trabalho.
Abçs,
Daniela
Daniela said
at 10:59 am on Jul 12, 2009
Bom dia Sandra,
Você assimilou algumas das sugestões das postagens anteriores e seu trabalho esta bem rico. No entanto, em relação especificamente ao "Estudo de caso" que você reveja as atividades solicitadas e complemente as informações sobre Suelem, para dar ainda mais qualidade a seu trabalho.
Um ótimo domingo.
Abçs,
Daniela
_kin_ said
at 3:09 pm on Jan 27, 2011
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kral said
at 9:07 am on Feb 28, 2011
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_kin_ said
at 9:56 am on Mar 27, 2011
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